domingo, 13 de novembro de 2016
Educação em Tempo Integral
INTRODUÇÃO
A
educação em tempo integral já se descreve como uma realidade em algumas
unidades educacionais públicas brasileiras e caracteriza-se pela ampliação da
carga horária dos alunos na escola. Apresenta-se, neste trabalho, uma reflexão
sobre as características, desafios e contribuições desse novo modelo de
educação que é o ensino em tempo integral.
O
Programa Mais Educação é uma iniciativa do governo federal como estratégia de
promover a educação integral no Brasil. A oportunidades educativas em benefício
da melhoria da qualidade da educação dos alunos brasileiros. Segundo a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN/1996, a Educação Integral é o
aumento progressivo da jornada escolar na direção do regime de tempo integral,
valorizando as iniciativas educacionais extraescolares e a vinculação entre o
trabalho escolar e a vida em sociedade.
DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA EDUCAÇÃO EM
TEMPO INTEGRAL
Entende-se que concepção de
estabelecer uma política de Educação Integral a partir dos baixos índices da
educação básica. Surgiu, pois, da necessidade de lapidar a qualidade da
educação, diminuindo o fracasso escolar e proporcionando às crianças e jovens
novas expectativa de se desenvolverem. É um novo desafio para a educação
pública brasileira, levando em consideração que se vivenciam tempos de
mudanças. Além disso, há que se considerar a complexidade da vida social
contemporânea e as muitas e diferentes crises diferentes características que
mover-se a educação em nível nacional. Sendo assim, a possibilidade de se
desenvolver este projeto nas escolas públicas encontra algumas limitações que
dificultam o processo.
Compreende-se
aos poucos a realidade da educação pública no Brasil começa a mudar. Muitas
escolas brasileiras já oferecem a opção do período integral, um alívio para os
pais, que cada vez mais precisam trabalhar o dia todo e não conseguem dar o
suporte que os filhos precisam para serem bem sucedidos nos estudos.
Acredita-se que os alunos, passando mais tempo na escola, têm a possibilidade
de receber um apoio pedagógico, orientação educacional e usufruir de toda a
estrutura da escola.
Com
a modernidade, a rotina familiar mudou. Em muitas famílias os adultos trabalham
o dia todo e é difícil ter um lugar para deixar as crianças. Com o período
integral, as crianças estão seguras na escola, aprendendo novas coisas,
expandindo seus conhecimentos, melhorando o rendimento escolar, o que contribui
para aumentar a qualidade de vida. Dentro da escola, os alunos estão livres da
criminalidade das ruas. A escola assumiu uma diversidade de funções e, assim,
houve um aumento de atividades e a incumbência para os professores. No entanto,
tais modificações não vieram acompanhadas de melhorias nas condições de
trabalho docente, tais como investimentos na remuneração e adequações
necessárias. Por isso, os educadores encontram-se frustrados pela
intensificação e precarização do seu trabalho. Deles, são exigidas muitas
competências que, às vezes, estão para além de sua formação.
Por fim a educação é um fator fundamental para
se melhorar a sociedade em que vivemos, portanto fazem-se necessários investimentos
públicos nesse campo, o Programa de Educação Integral é uma inovação que
contribui para que seja oferecido um ensino de qualidade, com o objetivo de oferecer
às crianças e jovens das escolas públicas mais contato com a arte, o
conhecimento e a cultura.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Educação Integral no mundo: Finlândia
Olá Queridos Leitores :D
Voltando com o tema Educação Integral no mundo, porém dentro de um país que ocupa o primeiro lugar em qualidade de educação através da avaliação internacional, a Finlândia. Para abordar sobre o assunto contamos um interessante trabalho de um grupo de universitárias que com uma notante preocupação em abordar da forma mais completa possível, apontam vários aspectos que te levará a compreender essa educação que é um sucesso.
O país com a melhor educação do mundo é a Finlândia. Por quatro anos consecutivos, o país do norte da Europa ficou entre os primeiros lugares no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que mede a qualidade de ensino.
Na Finlândia a educação é gratuita, inclusive no ensino superior. Só 2% das escolas são particulares, mas são subsidiadas por fundos públicos e os estudantes não pagam mensalidade. O governo finlandês fornece refeições e material escolar de graça. As instituições de ensino devem ser próximas das casas das crianças, caso contrário há transporte disponível. Há também um bom investimento em saúde, com psicólogos escolares, assistentes sociais e enfermeiros disponíveis.
O ensino obrigatório é de 9 anos, as crianças só entram na escola a partir dos 7 anos. Não há escolas em tempo integral, pelo contrário, a jornada é curta, de 3 a 4 horas anos iniciais do ensino fundamental, 7 horas nos próximos anos, porém com essa carga horária já caracterizaria período integral no Brasil.
Na Finlândia os alunos não têm muita lição de casa, a quantidade que é passada para os alunos é baixa. É um sistema diferente de países asiáticos, que passam muita tarefa.
O governo não costuma inspecionar o ensino das 3.000 escolas que atendem 55.000 estudantes na educação básica. O material usado e o currículo são livres, por isso podem variar muito de uma unidade para outra. O governo nacional estabelece definições gerais do currículo, mas cada professor pode adaptá-lo às características locais. Isso cria um ambiente de profissionais altamente motivados. O ano letivo tem 190 dias e o horário de funcionamento das escolas é das 8:00h às 16:15h, a semana letiva tem em média 19 a 30 aulas, cada aula tem a duração de 60 minutos, mas o tempo de instrução é de 45 minutos. O restante tempo é usado como um intervalo. No primeiro e no segundo ano de ensino os alunos têm um mínimo de 19 aulas de instrução e orientação educacional; no terceiro e quarto anos esse número sobe para 23 aulas; no quinto e sexto anos, 24 aulas; do sétimo ao nono ano, 30 aulas. O currículo nacional é determinado pelo Conselho Nacional de Educação e inclui os objetivos, as disciplinas e a forma de avaliação dos alunos.
Do primeiro ao nono ano o currículo nacional tem as seguintes disciplinas: Língua Materna e Literatura (Sueca ou Finlandesa); Matemática; Língua estrangeira A (sueco, ou outra); Língua estrangeira B (outra língua que só é iniciada no sétimo ano); Biologia e Geografia; Físico-química (do primeiro ao quarto ano as disciplinas de Biologia, Geografia, Físico-química e Educação para a Saúde estão integradas numa única disciplina designada por Estudos Naturais e Ambientais); Educação para a Saúde (integrada em outras disciplinas do primeiro ao sexto ano); História e Direitos Cívicos (do terceiro ao nono ano); Religião e Ética; Música, Artes, Técnicas Manuais, Educação Física; Economia Doméstica (do sétimo ao nono ano); Aconselhamento estudantil (do sétimo ao nono ano); Disciplinas opcionais (do sétimo ao nono ano).
Cada escola conta com uma “tropa de elite” para garantir que nenhum estudante fique para trás em rendimento. Ao primeiro sinal de dificuldade, o professor pede a interferência de outro educador. Esse colega, pelo sistema chamado de “educação especial”, se dedica a atender as dificuldades específicas do aluno. Ao longo da vida escolar, não é raro qualquer estudante finlandês ser encaminhado para o professor especial – e isso não é encarado como fracasso. Diretor e professores se reúnem para discutir a situação de cada aluno. As dificuldades são identificadas logo no início, mesmo na escola primária, e trabalhadas.
Os pequenos finlandeses que frequentam a pré-escola (crianças que têm cinco ou seis anos) não lhes serão mais ser ensinados os instrumentos para a leitura e a escrita, nem a tabuada ou probleminhas simples de matemática para se resolver. As escolas serão focadas totalmente nos jogos e nas brincadeiras e na aprendizagem alegre e divertidas através do contato com a natureza, músicas, danças, esportes e outras atividades lúdicas.
Nas escolinhas finlandesas existem mesinhas e cadeiras, mas são muito pouco usadas, apenas uma vez por semana. No resto do tempo não se senta: corre- se, salta- se , faz- se molduras com argila e tantas outras coisas.
Na Finlândia, portanto, o foco da educação infantil está totalmente ligado à aprendizagem alegre através do jogo. Os finlandeses estão convencidos de que esta é a chave que vai ajudar as crianças a aprender melhor e também a se lembrarem do que aprenderam.
Na Finlândia não há provas nacionais e cada professor está livre para avaliar seus alunos como bem entender. Acredita-se que com professores menos empenhados em provas, eles passam seu tempo individualizando métodos de ensino ou criando novos. Geralmente são realizadas auto avaliação, os alunos avaliam os outros e o professor avalia os resultados dos projetos.
- Ensino Público X Ensino Privado
As escolas na Finlândia oferecem a todos ensino de qualidade e gratuito, com isso apenas 2% das instituições de ensino são particulares, e mesmo estas são subsidiadas pelo governo. Além disso, o padrão de ensino é o mesmo em todas as escolas finlandesas, um princípio de igualdade que equaliza oportunidades.
- Formação dos Professores
O professor na Finlândia é bem preparado. Ele precisa ser graduado e ter um mestrado. Passa ainda por treinamento específico para dar aulas e tem plano de carreira. Os docentes da Finlândia ganham, em média, 3 mil euros por mês, considerado um salário "médio" para o país. O salário aumenta de acordo com o tempo de casa do professor, mas não há bônus concedidos por mérito.
CONCLUSÃO
Em geral pode-se concluir que os resultados são a soma de muitos aspectos de influência. Os estudantes finlandeses leem desde muito cedo, tendência apoiada pela vasta rede de bibliotecas, os professores por norma são altamente qualificados, para além do aspecto fundamental do sistema de ensino finlandês garantir a igualdade de direitos e possibilidades para todos, independentemente das suas condições sócio-culturais.
De acordo com pesquisas realizadas, a força do sistema escolar finlandês é que garantem a igualdade de oportunidades de aprendizagem independentemente da classe social do aluno. Em vez de estabelecer uma comparação entre alunos, o foco reside em dar apoio aos alunos e orientar os alunos com necessidades especiais. Poucas crianças precisam repetir as séries.
Este sucesso dos alunos finlandeses é explicado por uma série de fatores. A sensação de segurança e motivação das crianças de tenra idade aumenta pelo fato de que elas são ensinadas por um único professor e de que não se utilizam notas para a avaliação. As relações entre professores e alunos são naturais e cordiais nas escolas finlandesas. Presta-se uma atenção especial à criação de um ambiente escolar agradável e estimulante.
A Finlândia tem uma rede abrangente de bibliotecas, com um avançado nível de serviços, que dá apoio à educação escolar. Os finlandeses são leitores extremamente ávidos. Mais um fator que dá sustentação ao aluno de línguas estrangeiras é que a televisão finlandesa utiliza legendagem, ao contrário da dublagem de programas de língua estrangeira.
Assita também essa reportagem que retrata a aplicação deste tipo de educação no Brasil, especificamente em Passo Fundo- RS.
Assita também essa reportagem que retrata a aplicação deste tipo de educação no Brasil, especificamente em Passo Fundo- RS.
Fontes:
- www.apagina.pt/?aba=7&cat=159&doc=11814&mid=2
- www.finlandia.org.br/public/default.aspx?contentid=124100
- g1.globo.com/educacao/noticia/2013/05/pais-com-melhor-educacao-do-mundo-finlandia-aposta-no-professor.html
- exame.abril.com.br/brasil/noticias/10-coisas-que-a-finlandia-pode-ensinar-ao-brasil
- m.educacao.estadao.com.br/noticias/geral,na-finlandia-a-profissao-de-professor-e-valorizada-imp-,1035943
- zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2012/09/coreia-do-sul-e-finlandia-sao-exemplos-de-como-se-investir-na-educacao-3878529.html
- noticias.terra.com.br/educacao/com-98-dos-alunos-na-rede-publica-finlandia-e-referencia-em-educacao,c2b96b8eaeff1410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
- pedromaganem.jusbrasil.com.br/noticias/245500476/educacao-infantil-chega-de-numeros-e-letras-na-finlandia-as-criancas-aprendem-somente-a-brincar-e-a-ser-feliz
- https://www.youtube.com/watch?v=4GpKjtYf7qc
Postado por Rafaela Saraiva.
domingo, 15 de maio de 2016
A quem serve a Escola de Tempo Integral?
Paro (1988) afirma que, como resposta
às reivindicações das classes populares por escolas, o governo implanta
projetos de escolas de tempo integral, cuja motivação é a tentativa de amenizar
os problemas sociais, além dos muros escolares, das classes populares, ainda
que estes problemas não tenham “natureza propriamente pedagógica”.
O autor evidencia o fato de que a ideia
de formação integral, no Brasil antecede à própria escola pública, e tem origem
nos internatos particulares criados para atender aos filhos das pessoas
abastadas que neles procuravam preservar seu status quo (PARO, 1988).
Segundo Arroyo (apud LUNKES, 2004), os
internatos particulares funcionavam em espaços isolados, com tempos integrais,
métodos específicos e nos moldes das instituições totais que, de acordo com Goffman
(1974, p. 16), são caracterizadas por um maior fechamento do que outras, ou
seja,
[...] seu ‘fechamento’ ou seu caráter
total é simbolizado pela barreira à relação social com o mundo externo e por
proibições à saída que muitas vezes estão incluídas no esquema físico – por
exemplo, portas fechadas, paredes altas, arame farpado, fossos, água, florestas
ou pântanos. A tais estabelecimentos dou o nome de instituições totais.
Com a crescente urbanização e
industrialização, essas escolas de elite deixaram de atender aos anseios da
classe mantenedora. “Dessa forma, ao invés de segregar os membros de suas
famílias, propõem, com base no ideário liberal-cristão, a segregação dos
dominados” (PARO, 1988, p. 207). Essa proposta de segregação da “ameaça social”,
pode ser vista nos “reformatórios de menores e as entidades ‘filantrópicas’
subvencionadas pelos órgãos oficiais” que, além de separar essa população do
corpo social, têm a função de reintegrá-las à sociedade (PARO, 1988, p. 207).
Em São Paulo, o maior exemplo dessa
segregação é antiga Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (FEBEM), criada no
ano de 1974. Esta fundação foi amplamente criticada pela mídia, pelos
diferentes organismos e instituições de proteção aos direitos humanos, enfim,
pela população em geral, por abrigar muitos adolescentes em um espaço reduzido,
em regime fechado, nos mesmos moldes de uma prisão para adultos e com todas as
suas mazelas.
Com o título “O pacote FEBEM” (2005), o
editorial da Folha de S. Paulo explica bem a situação: Apesar do longo atraso,
é bem-vindo o pacote anunciado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin,
para reestruturar a FEBEM. Sintomaticamente, o plano veio a público em meio a
uma onda de revoltas na instituição. Desde janeiro, ocorreram 20 rebeliões, com
fuga de 881 internos.
Para efeito de comparação, no ano
passado contaram-se 28 motins e 993 fugitivos [...]. Assim, diante das críticas
recebidas, o governador Geraldo Alckmin, que pleiteava, nas eleições de 2006,
alçar a presidência da República, optou pelo desmonte da FEBEM, cujo início foi
dado pela demolição, no dia 29 de março de 2006, do Complexo do Tatuapé, com
capacidade para 1200 adolescentes. Para substituí-la, o governo inaugurou, em
27 de março de 2006, em Campinas, as duas primeiras unidades da Fundação
Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (CASA), ligada à Secretaria
da Justiça e da Defesa da Cidadania. Paro (1988, p. 206-207), ao analisar a
função educativa dessas instituições assistenciais, afirma que: se as
entidades assistenciais, por incapacidade de assumir o papel de instituições educativas,
não conseguiram “socializar” as crianças oriundas das classes dominadas e, por
isso, viram-se impossibilidades de “reintegrá-las” à sociedade, então cabe à
escola de tempo integral, assumindo essas crianças, cumprir esse papel.
Podemos, então, inferir que o projeto
Escola de Tempo Integral foi criado, nesse contexto, como outra possibilidade,
para além da CASA, de cercear o grave problema do ato infracional cometido por
adolescentes, com ações preventivas, educativas e de tutela.
Quase todos os entrevistados perceberam
este viés da função da escola, conforme demonstramos abaixo, com o excerto de
uma entrevista: Por que você acha que a Escola de Tempo Integral foi criada?
Pra sanar uma situação social, de certo abandono das crianças em certo período
do dia. A criança que estudava à tarde, de manhã não tinha o que fazer.
O pai precisava sair pra trabalhar. Eu
creio que tenha sido isso, um problema social, que trouxe a escola de tempo
integral [...] mas eu acredito que seja um problema social que está sendo, não
sanado, mas existe certo paliativo aí social com a Escola de Tempo Integral
(Professora e Coordenadora). Lunkes (2004, p. 6) conclui que a escola de tempo
integral “se localiza no extremo social oposto àquele de sua origem, tanto no
que se refere à clientela como à mantenedora”, uma vez que antes as escolas de
tempo integral eram particulares e visavam à educação das elites, sendo por
elas mantidas e, agora, há, também, escolas de tempo integral que são públicas
e visam à educação das classes populares.
Tanto a função educativa como a de
guarda, do projeto Escola de Tempo Integral, são frutos de políticas públicas
sociais advindas do Estado capitalista democráticas. Temos nos defrontado, em
vários momentos e espaços, com certa visão de políticas públicas, especialmente
as sociais, que imediatamente nos remete a uma concepção de política
‘reparadora’, ‘de ampliação de acesso’, que interferiria no campo das
desigualdades e divisões sociais e cuja aplicação provocaria transformações sociais
e criaria um mundo melhor.
Fonte:
http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v19n71/a03v19n71.pdf
Postagem de Yasmim Arruda.
Paro (1988) afirma que, como resposta às reivindicações das classes populares por escolas, o governo implanta projetos de escolas de tempo integral, cuja motivação é a tentativa de amenizar os problemas sociais, além dos muros escolares, das classes populares, ainda que estes problemas não tenham “natureza propriamente pedagógica”.
Tanto a função educativa como a de
guarda, do projeto Escola de Tempo Integral, são frutos de políticas públicas
sociais advindas do Estado capitalista democráticas. Temos nos defrontado, em
vários momentos e espaços, com certa visão de políticas públicas, especialmente
as sociais, que imediatamente nos remete a uma concepção de política
‘reparadora’, ‘de ampliação de acesso’, que interferiria no campo das
desigualdades e divisões sociais e cuja aplicação provocaria transformações sociais
e criaria um mundo melhor.
Fonte:
http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v19n71/a03v19n71.pdfPostagem de Yasmim Arruda.
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